O Portal Metrópoles noticiou que uma empresa conseguiu fazer um negócio com margem de lucro bastante incomum relativo a um equipamento da gestão Ricardos Nunes: alugou um imóvel para um centro de acolhida para moradores de rua no Ipiranga, na zona sul de São Paulo, a R$ 105 mil por mês. Enquanto isso, tinha um contrato para repassar apenas R$ 45 mil aos verdadeiros donos do prédio.
O vereador Jair Tatto identificou que havia parecer jurídico contrário para a realização do Termo de Colaboração nº 122/SMADS/2024, firmado entre a municipalidade e a organização social Associação Cultural Nossa Senhora que inclui o repasse para pagamento do aluguel. Contudo, o termo aditivo foi assinado 10 dias após manifestação contrária da procuradoria.
O que motivou o vereador Jair Tatto a requerer que a Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social apresente, imediatamente, esclarecimentos a Comissão de Administração Pública sobre a contratação irregular.



