Ex-governador e vice-presidente nacional do PSDB, Alberto Goldman, e o presidente do Instituto Teotônio Vilela, José Aníbal, vão acionar o MPE (Ministério Público Eleitoral) contra a candidatura de João Doria à Prefeitura de São Paulo pelo PSDB; após a desistência de Andrea Matarazzo, alegando fraude na disputa, Doria, que conta com o apoio do governador Geraldo Alckmin, se tornou candidato único nas prévias do partido, com 3.152 votos, de um total de 27 mil filiados aptos a votar.
O ex-governador e vice-presidente nacional do PSDB, Alberto Goldman, e o presidente do Instituto Teotônio Vilela, José Aníbal, vão acionar o MPE (Ministério Público Eleitoral) contra a candidatura de João Doria à Prefeitura de São Paulo pelo PSDB.
Eles querem derrubar a eleição do empresário nas prévias do partido e deixar para a convenção da legenda, marcada para junho, a definição do nome para a disputa municipal.
“Chega um João Trump da vida e, na base do volume de recursos de que dispõe, quebra a equidade que a disputa eleitoral tem que ter”, disse Goldman, comparando o empresário ao pré-candidato republicano Donald Trump na disputa pela Casa Branca.
Após a desistência de Andrea Matarazzo, alegando fraude na disputa, Doria, que conta com o apoio do governador Geraldo Alckmin, se tornou candidato único, com 3.152 votos, de um total de 27 mil filiados aptos a votar.
Na ação, eles apontam o artigo 33 do estatuto do PSDB, que exige que pelo menos 30% dos filiados com direito a voto compareçam às urnas.
Leia aqui reportagem de Thais Arbex sobre o assunto.

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