PT articula Frente em defesa da ampliação e implantação de Campus da UNIFESP e do IFSP em São Paulo

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Reprodução/Facebook Letras IFSP Pirituba

A bancada do Partido dos Trabalhadores da Câmara Municipal de São Paulo protocolou na última terça-feira, 26/09, o Projeto de Resolução 40/2023 que busca criar uma Frente Parlamentar em defesa da ampliação e implantação de Campus da Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP e do Instituto Federal de São Paulo – IFSP na cidade de São Paulo.

A iniciativa atende a uma demanda social da população paulistana de muitos anos e  será uma importante ferramenta para discutir, apoiar, propor debates, seminários e realizar estudos visando o fortalecimento dessas importantes políticas educacionais nos extremos da zona sul e zona leste. 

Os parlamentares do PT se unem à população organizada em diversos movimentos sociais, espalhados pela cidade, pautando a defesa da ampliação e implantação de equipamentos educacionais na modalidade do ensino técnico e ensino superior próximos de suas residências.

Saiba mais sobre a UNIFESP e o IFSP

A Unifesp é responsável pela formação de recursos humanos qualificados e pelo desenvolvimento da pesquisa científica em Ciências Biológicas, Exatas e da Terra, da Saúde, Humanas, Sociais, Sociais Aplicadas, Engenharias e Linguística, Letras e Artes.

Seu núcleo de origem é a Escola Paulista de Medicina (EPM/Unifesp), instalada no Campus São Paulo, cuja fundação remonta a 1933 e que se sustentou por meio de recursos privados e subsídios governamentais até a federalização em 1956. Com a promulgação da lei n.º 8.957, em 1994, a EPM transformou-se em universidade federal, mantendo os cursos ministrados nas áreas de Medicina, Enfermagem, Ciências Biológicas (modalidade médica), Fonoaudiologia e Tecnologia Oftálmica – que hoje integra as Tecnologias em Saúde.

O vigoroso crescimento experimentado pela instituição ao longo de décadas refletiu-se tanto na ocupação de mais de uma centena de imóveis no entorno de sua sede, na Vila Clementino (SP), nos quais foram instalados centros de ensino, institutos de pesquisa e ambulatórios, quanto na construção de prédios próprios como os Edifícios de Pesquisa I e II, o Instituto Nacional de Farmacologia e o Hemocentro Regional.

Conduzida por docentes altamente capacitados, a pesquisa em saúde na Unifesp vincula-se à prática profissional, que abrange desde a assistência primária até a utilização de tecnologia de ponta em métodos diagnósticos e no tratamento de doenças. O Hospital São Paulo – reconhecido como o maior hospital universitário do país e referência em procedimentos de alta complexidade – provê aos (às) estudantes de graduação e pós-graduação o exercício da prática clínica e, simultaneamente, presta à população menos favorecida serviços assistenciais custeados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

A partir de 2005, com o apoio das prefeituras locais e os recursos provenientes do programa de expansão do governo federal, a Unifesp implantou novas unidades em municípios próximos a São Paulo. Os novos campi – denominados Baixada Santista, Diadema, Guarulhos, São José dos Campos e Osasco – assumiram a responsabilidade pela inclusão das demais áreas do conhecimento na Unifesp.

No Campus São Paulo estão localizadas a Escola Paulista de Medicina (EPM/Unifesp) e a Escola Paulista de Enfermagem (EPE/Unifesp), que representam o núcleo histórico da instituição; no Campus Baixada Santista estão o Instituto de Saúde e Sociedade (ISS/Unifesp) e o Instituto do Mar (Imar/Unifesp); no Campus Diadema está o Instituto de Ciências Ambientais, Químicas e Farmacêuticas (ICAQF/Unifesp); no Campus Guarulhos está a Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (EFLCH/Unifesp); no Campus São José dos Campos está o Instituto de Ciência e Tecnologia (ICT/Unifesp); no Campus Osasco está a Escola Paulista de Política, Economia e Negócios (Eppen/Unifesp); e no Campus Zona Leste, em fase de implantação, está o Instituto das Cidades (IC/Unifesp).

No processo de consolidação como universidade plena, a Unifesp ampliou seu quadro docente mediante a admissão de profissionais com titulação mínima de doutorado e passou a oferecer novos cursos de graduação, que se fundamentam em modernos projetos pedagógicos e permitem maior flexibilidade curricular. Para 48 do total de 55 cursos atualmente disponíveis, a forma de ingresso está vinculada ao Sistema de Seleção Unificada (SiSU), que estabelece como critério de aprovação a nota obtida pelo candidato no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Essa medida, que visa a democratizar o acesso ao ensino superior, é complementada pela reserva de 25% (em 2014) das vagas aos candidatos oriundos de escolas públicas e, ainda, pela concessão do auxílio-permanência aos (às) estudantes com maior vulnerabilidade econômica.

No plano da internacionalização, a Unifesp – como signatária de importantes convênios de cooperação internacional – promove o intercâmbio de estudantes e docentes e participa de redes colaborativas de pesquisa.

Os programas de pós-graduação stricto sensu – criados a partir de 1970 – formam docentes e pesquisadores (as) com elevado nível de competência técnico-científica, atribuindo-se à Unifesp os maiores índices de produtividade científica por docente, em âmbito nacional.

Entre os inúmeros programas de capacitação de recursos humanos desenvolvidos pela instituição, os cursos de especialização lato sensu – presenciais e a distância – possibilitam a formação continuada de centenas de profissionais nas respectivas especialidades. Os programas e projetos sociais – entre os quais o Projeto Xingu, a Universidade Aberta à Terceira Idade e o Observatório de Políticas Públicas – permitem a interação entre o conhecimento acadêmico e a sociedade, constituindo um importante instrumento de transformação social.

Outro equipamento educacional de igual importância é o IFSP, uma instituição multicampi, especializado na oferta de educação científica, tecnológica e profissionalizante nas diferentes modalidades de ensino, básico, superior e pós-graduação, com base na conjugação de conhecimentos científicos, técnicos e tecnológicos às suas práticas pedagógicas.

O IFEs possui natureza jurídica de autarquia, detentora de autonomia administrativa, patrimonial, financeira, didático-pedagógica e disciplinar.

E busca:

  •         A excelência em seus cursos de nível médio integrado ao ensino técnico;
  •         Cursos técnicos concomitantes ao ensino médio;
  •         Graduação nas modalidades licenciatura, superior em tecnologia;
  •         Bacharelados e engenharias, além de pós-graduação latu sensu e strictu sensu.

Atualmente, essa importante política educacional dos governos Lula, já implantou 03 (três) Campus em nossa cidade, sendo: o Campus Avançado em São Miguel, o Campus Canindé e o Campus Pirituba, ambos atendendo mais de 10.000 (dez mil) estudantes.

Informações extraídas de: https://www.unifesp.br/ e https://www.ifsp.edu.br/

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